Fins-de-semana são enclaves entre o que poderia ser e coisa nenhuma
Domingos à noite são uma merda. Mesmo quando os fins de tarde parecem uma esperança para o último dia da semana, com sua mania burocrática e estúpida de se fingir de primeiro, surge algo pra levar tudo down the drain.
Últimos dias produziram vários poeminhas bobos - escritos pela monotonia ou por essas súbitas nuances que se transformam em elefantes parados no meio do instante - minha bobeira, acabo por entender como alegria; todavia, resistirei ao impulso de divulgá-los.
Simplesmente porque tudo se resume no fato de que a lua anda cheia esses dias.
Tenho quase certeza que era real: havia um palco esperando por músicas, havia a lua surtout, e haviam pessoas especiais.
Mas, droga, amanhã é segunda-feira.
Escrito por izadora_x às 21h42
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